Fome do que não se come, exatamente.
Sede do que não se vê, completamente.
Falta do que não se sabe, simplesmente.
E para a ausência do que não se traduz:
a poesia.
E o esforço fecundo de dizer o indizível.
Cel Prado
Versos restirados da agenda da Tribo de 2013.

2 comentários:
Lindos versos!Adorei! beijos,tudo de bom e a imagem um amor! chica
O pensamento é lindo mas, essa imagem tão maternal, é puro encanto!
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