quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Fome do que não se come, exatamente.
Sede do que não se vê, completamente.
Falta do que não se sabe, simplesmente.

E para a ausência do que não se traduz:
a poesia.
E o esforço fecundo de dizer o indizível.
                                                                           Cel Prado

Versos restirados da agenda da Tribo de 2013.

2 comentários:

chica disse...

Lindos versos!Adorei! beijos,tudo de bom e a imagem um amor! chica

Manuel disse...

O pensamento é lindo mas, essa imagem tão maternal, é puro encanto!