segunda-feira, 25 de junho de 2012
Hoje acordei cedo inquieta,demorei a levantar da cama, o despertador tocou as 5:30h e eu fiz que não era comigo, desliguei e dormi abraçadinha nele. Ontem uma conversa via msn e depois via telefone me deixou desestabilizada essa é a melhor palavra. Desestabilizada porque eu adoro a falsa impressão de estar no controle de achar que eu sou dona do meu nariz,que isso ou aquilo eu não faço nem sob tortura,mas tem um texto da Martha que diz na crônica até que chega a nossa vez "(...) a gente nunca sabe nada, até que chega a nossa vez. Eu não sabia como iria reagir diante de um acidente, até que me vi testemunha de um. Assim como não sei como reagirei diante de um assalto, como reagirei diante de uma perda profunda,como reagirei diante de um bilhete premiado da megassena ou de um convite para um drinque com o Jude Law. Palpites, tenho alguns. Mas certeza mesmo, nenhuma."
E dai lembrei de um outro trecho que li semanada passada do Ivan Martins na crônica os traficantes do amor: "(...) Nosso apetite por amor não tem limites. Nossa sede de amor jamais acaba. Somos carentes insaciáveis. Sonhamos com o amor todas as noites. Acordamos encharcados de imagens doloridas. Dentro de nós se agita um mar de memórias que tem como centro as nossas experiências de afeto. Velhas, remotíssimas, e recentes. Elas nos movem de forma inconsciente. Somos filhos, somos irmãos, somos amigos, somos amantes, somos pais e mães. Todos nós. A cola que liga todas essas situações é o amor.
(...) É por isso que me incomoda a banalização comercial do sentimento. Ela me parece uma covardia, quase uma canalhice. Algo como oferecer luz a um cego. Diante do amor, somos todos ingênuos, frágeis, facilmente enganáveis. É simples nos vender qualquer coisa, nos iludir com qualquer promessa. Estamos, desde crianças, atrás da próxima dose dessa droga – e, às vezes, tenho a sensação de estarmos cercado de traficantes que não entregam a mercadoria. Nem poderiam."
Nós somos inteligentes, espertos, mas quando chega a nossa vez e o assunto é amor a gente é vulnerável não tem jeito, por mais que a gente já tenha se ferido,se magoado, prometido que jamais cairemos no conto do vigário o tempo passa e lá estamos nós novamente apaixonados, novamente se arriscando, mas a vida é isso.Viver é correr riscos sempre, claro que é preciso aprender com os erros, que precisamos tomar certos cuidados, mas há certas coisas que não é possível evitar.
Escrito por Sibele Costa em 22/06/2012
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11 comentários:
Adorei seu blog, muito bacana.
Estamos com um super sorteio de lançamento do blog Sempre Charmosas. Participe.
Boa tarde :)
Viver é correr riscos sim,ms é verdade o que disse...a gente ama,se decepciona mas mesmo assim levanta e arrisca de novo.
Beijos e tenha uma excelente semana
RIMAS DO PRETO
Mas não dá pra se fecha o amor porque um não deu certo,né? Arriscar, seguir tentando...
beijos,chica
É o risco que se corre. Tudo que nós ACHAMOS nem sempre será aquilo que vamos viver em tal situação. No amor não é diferente. Podemos evitar certas situações, mas o amor quando chega, ele não pede com licença. Beijinhos.
Pois é amiga, me sinto assim também: como medo e achando que sei tudo, até que acontece comigo!!
Mas a vida é feita de aprendizados e temos que encarar todos, um por um e até o fim...pois assim vamos adquirir experiência, maturidade e ficaremos fortes!!!
Bjubjubju
Penso que a vida é se entregar,,,se atirar,,,os resultados virão depois...o risco estará sempre presente...beijos de bom dia pra ti amiga.
Na vida é preciso correr risco, para usufruir ao máximo.
Bjs
Cuidado com os muros que se coloca em torno do coração.
Um dia vai querer ultrapassá-los e não conseguirá.
Esperança sempre... afinal o que somos nós sem amor??
ADOREI O TEXTO!!
beijos mil ****
Cuidado com os muros que se coloca em torno do coração.
Um dia vai querer ultrapassá-los e não conseguirá.
Esperança sempre... afinal o que somos nós sem amor??
ADOREI O TEXTO!!
beijos mil ****
Florzinha, gostei muito do seu tema, ele é de grande sensibilidade e verdade.
Eu não tenho como prever as minhas reações para cada situação de emergencia que possa vir a acontecer. Eu já tive momentos de muita tranquilidade como tambem desespero.
Apesar disso, após duras provações que superei sozinha, eu sinto a responsabilidade de motivar quem me procurar.
BEIJOCAS
Nem se deve querida, vive-se. Beijinhos.
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