sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Marina e a estrela do mar



Era tarde do dia 31 de dezembro de 2010,Marina tinha decidido que iria passar a virada na praia, aquele lugar era um dos seus favoritos, se tinha um lugar que deixaria saudades no coração de Marina com certeza seria a Praia do Cassino. Marina era apaixonada pela praia e lembrava-se de quando era bem pequena e seu pai a levava para praia,juntos eles brincavam e se divertiam muito, Marina guardava boas recordações daquele tempo.
Mas, Marina sabia que seus dias naquela cidade estavam contados, ainda mais depois que ela conheceu o beija flor Alfredo, ele tinha surgido em seu caminho para dar asas a imaginação de Marina e ajudá-la a alçar voo.
Marina andou na praia por um bom tempo, Marina era uma menina inquieta,aventureira e a beira mar em um determinado momento avistou uma estrela do mar, Marina curiosa que era parou e ficou ali admirando-a na verdade Marina queria tocá-la, levar aquela estrela com ela,mas Marina sabia que ela pertencia ao mar essa era a natureza daquela estrela.
Marina estava particularmente encantada naquele dia, ela achava graça de tantas coisas simples como uma criança banhando-se e brigando com as ondas que lhe deixavam sem direção, Marina sentiu-se bem na sua própria companhia e se deu de conta que ela precisava e muito desses momentos, mesmo que ela fosse criticada por isso, mesmo que dissessem que ela era maluca... Marina precisava daqueles momentos para curtir as coisas mais simples e mágicas da vida.
Marina passou a virada na praia com sua irmã, cunhado e sobrinhos, eles pularam as 7 ondas, Marina nunca foi lá muito supersticiosa,mas se pular as 7 ondas não fizesse bem,mal também não faria. Aliás, acho que foi a primeira vez que Marina tomou um banho de mar a noite,o mar estava gelado,mas a sensação de paz foi indescritível.
Naquele fim de semana longe do pc Marina aproveitou para avançar a leitura em Comer Rezar e Amar um livro fantástico, Marina estava tirando lições incríveis em cada página.
Naquele passeio de fim de tarde a beira mar, ela lembrou-se de seu amigo Alfredo, por onde ele estaria batendo as asas, que flores ele estaria beijando? Marina era apegada demais aos seus amigos, talvez por ser uma menina carente demais, talvez por ser um tanto sozinha ela se apegava facilmente as pessoas e com Alfredo não seria diferente...

10 comentários:

Juci Barros disse...

Que Marina continue trilhando caminhos assim tão bons de ler.

Beijos.

Guará Matos disse...

Que assim seja.
Amém.

Arnoldo Pimentel disse...

Muito lindo seu texto, parabéns e um lindo fim de semana pra você.

Aleatoriamente disse...

Flor,
você é sensibilidade e delicadeza e Marina não poderia ser diferente disso.
Teu coração é muito lindo .
Amei o texto.

Beijo
Fernanda

ONG ALERTA disse...

Cada escolhe seu caminho, beijo Lisette.

Daniii disse...

Que texto gostosoooO! =)

Tambem tirei grandes lições do livro viw... Alem de um desejo enorme de conhecer a Itália!!

Bjinhos!

=)

"(H²K) 久保 - Hamilton H. Kubo" disse...

Momentos assim na própria companhia, dever-se ia ser linha de regra a todos nós.
O momento de auto-conhecimento, inclusive os de maior satisfação, nem sempre são conhecidos, não quando se esta consigo mesmo.
Logo, a descoberta e a vivência de momentos como este são muito importantes.
Que Marina, faça também novos amigos, que sua carência seja extinta, mas que jamais perca os momentos consigo mesma!!

Beijos

Lívia Azzi disse...

Sobrinhos são tudo de bom!!

Sempre me divirto muito com as minhas e damos boas gargalhadas...
elas deixam a vida mais leve, fazem os momentos serem felizes...

;-)

Roseli disse...

Grandes momentos esse, em que se fica curtindo a si mesmo as vezes, e acho que por mais que não sejamos superticiosos, as vezes tem momentos em que fazemos coisas que nos levam a ser. Beijos no coração querida.

Daniel Savio disse...

Um final de semana bom, aproveitando para descansar a alma.

Apesar de que andar na praia para mim lembra muito o trabalho...

Hua, kkk, ha, ha, pior que é sério.

Fique com Deus, menina Flór de Lótus.
Um abraço.